I N S P I R A Ç Ã O
Abaixo, listamos grandes e virtuosos homens que servem diariamente como inspiração e motivação para a continuidade deste projeto.

OLAVO DE CARVALHO
Olavo de Carvalho é um escritor, conferencista, ensaísta, jornalista e filósofo brasileiro. É o maior representante do conservadorismo brasileiro.
O filósofo Pablo Ortellado, escrevendo à BBC, aponta Olavo como o responsável pelo surgimento da Nova Direita no Brasil.
SÃO TOMÁS DE AQUINO
São Tomás de Aquino, considerado o "Príncipe da Escolástica", foi um importante filósofo e padre italiano da Idade Média, intitulado Doutor da Igreja Católica, em 1567
Inspirado nas ideias do filósofo grego Aristóteles (384 a.C.-322 a.C.), o trabalho de São Tomás de Aquino esteve pautado no realismo aristotélico, em detrimento dos seguidores de Santo Agostinho, inspirados no idealismo de Platão.
Por isso, Aquino foi um dos pensadores mais destacados desse período, defensor da filosofia escolástica, método cristão e filosófico, pautado na união entre a razão e a fé. Assim, Tomás de Aquino escreveu inúmeras obras, donde privilegiou a razão e a vontade humana formulando assim, um novo pensamento filosófico cristão.


WILLIAM LANE CRAIG
William Lane Craig é um filósofo e teólogo cristão estadunidense. Como filósofo, Craig se especializou em filosofia da religião, metafísica, e filosofia do tempo. Como teólogo, suas especialidades são estudos sobre o Jesus histórico e teologia filosófica.
Craig fez contribuições importantes para discussões sobre o argumento cosmológico em favor da existência de Deus, a onisciência divina, teorias do tempo e eternidade e para a historicidade da ressurreição de Jesus.
Craig é autor de diversos livros, o mais conhecido deles sendo Reasonable Faith. Ele disse que Alvin Plantinga é o seu filosófo de maior inspiração.
ESCOLA AUSTRÍACA
É uma escola de pensamento econômico que enfatiza o poder de organização espontânea do mecanismo de preços.
A Escola Austríaca afirma que a complexidade das escolhas humanas subjetivas faz com que seja extremamente difícil (ou indecidível) a modelação matemática do mercado em evolução e defende uma abordagem laissez-faire para a economia.
Os economistas da Escola Austríaca defendem a estrita aplicação rigorosa dos acordos contratuais voluntários entre os agentes econômicos, e afirmam que transações comerciais devam ser sujeitas à menor imposição possível de forças coercitivas como as Governamentais e/ou Corporativistas.


